GERAL
Por Leonardo Vieira
Dados do IBGE indicam que no Brasil são gerados diariamente cerca de 140 mil toneladas de resíduos domiciliares, dos quais 70 mil toneladas são destinadas de forma totalmente inadequada nos lixões e o restante vai para aterros sanitários, o que não gera nenhum benefício em termos ambientais, sociais ou econômicos e em alguns casos acabam influenciando até negativamente, quando estes estão localizadas em áreas turísticas, por exemplo. Isso sem contar as 4 mil toneladas de resíduos produzidos pelos serviços de saúde, coletadas diariamente, das quais apenas 14% são tratadas adequadamente.
A falta de tratamento adequado dos resíduos em geral, a nova ocupação sucessiva de locais para deposição à medida que os mais antigos vão se esgotando, a própria escassez de espaço nas áreas urbanas, tudo isso vem gerando um problema cada vez maior e apresentando prejuízos incalculáveis para nossa sociedade em geral. Do ano de 1990 ao ano de 2000, a população cresceu cerca de 17%, enquanto que a geração de lixo cresceu 49%. Dados do IBGE também estimam um crescimento populacional da ordem de 7,5 % nos próximos 10 anos. Isso significa que em 2019 seremos quase 206 milhões de habitantes no Brasil.
Além de ser incentivador de ações que permitam maiores índices de redução e reciclagem, o Dr.Daniel Sindicic propõe a gestão de novas tecnologias para o tratamento dos resíduos sólidos urbanos. Para isso, ele acrescenta um novo "r" na tradicional lista dos 3 "erres" do meio ambiente:
- Redução do consumo.
- Reutilização dos materias.
- Reciclagem.
- RECUPERAÇÃO DE ENERGIA (RECICLANDO ENERGIA).
Dentro desta proposta da RECUPERAÇÃO DE ENERGIA, observe o quanto de energia elétrica é produzida através da combustão de apenas 1 kg de lixo domiciliar.

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